Futebol no Planeta

PSG deu uma segurada?

Neymar, Griezmann, Cristiano Ronaldo e até Messi. Vários foram os nomes ventilados às vésperas da saída de Ibrahimovic de Paris para sucederem o sueco. Com os rumores, a imagem de um clube extremamente ambicioso se mantinha. O PSG queria mesmo ser um grande. Ir cada vez mais longe na UEFA Champions League e se firmar. O projeto seguiria a todo vapor mesmo com a perda de sua principal estrela.
Além da mudança de referência técnica, a equipe passou por outra mudança: o comando. Depois de três temporadas e 11 títulos conquistados (três do Campeonato Francês, dois da Copa da França, três da Copa da Liga Francesa e três da Supercopa da França), Laurent Blanc deixou a equipe, justamente por ter falhado no sonho do título europeu. Era hora de dar um salto. O escolhido foi Unai Emery, que no Sevilla chegou duas vezes à glória continental. No entanto, o espanhol conquistou a Europa League, competição secundária, bem abaixo do que o PSG quer.

 A Era Ibra chegou ao fim no PSG. Baque forte para o torcedor e o próprio clube.

A Era Ibra chegou ao fim no PSG. Baque forte para o torcedor e o próprio clube.

Então, o casamento dos dois parecia perfeito. Era a chance de dar um passo a frente juntos. Ambos promissores, precisavam subir um degrau. A Champions League agora era o objetivo. Mas como dar esse passo sem sua principal estrela? Contratando. Pelo menos, essa era a impressão de inicio, mas não foi bem isso que aconteceu.

Nada de grandes estrelas. Não chegou o tal “herdeiro” para o trono do camisa 10. Contratações pontuais e de poucos holofotes, diferente do que vinha acontecendo em Paris. Seria o passo atrás para, no futuro, dar dois à frente?

Foram menos de £65 milhões gastos em Ben Arfa, Jesé Rodríguez, Lo Celso (que já foi emprestado), Meunier e, talvez o de maior impacto, Grzegorz Krychowiak, que seguiu os passos de seu treinador e deixou o Sevilla para se juntar ao plantel do clube francês. Ou seja, poucos chegaram e nada de nomes “world class”, como costumam chamar. Além de Ibra, quem deixou o clube também foi David Luiz. Aí um ponto positivo: mais tempo para Marquinhos, cada vez mais pronto.

 A Era Ibra chegou ao fim no PSG. Baque forte para o torcedor e o próprio clube.

A Era Ibra chegou ao fim no PSG. Baque forte para o torcedor e o próprio clube.

Com os acréscimos ao elenco e as saídas importantes, Emery chega cercado de expectativa, mas sabendo que o clube parece ter dado um passo atrás para essa temporada. O elenco manifesta carecer de opções. Nem tanto de qualidade técnica, mas de posições que possibilitem mais alternativas táticas. A ambição diminuiu? Não. Parece que o treinador quer organizar a casa, dar sua cara e ir moldando o que ele realmente quer para galgar os grandes títulos, tão sonhados pela torcida parisiense.

Certo é que a movimentação foi bem abaixo do esperado e não a toa o Campeonato Francês aparenta, pelo menos por enquanto, ser muito mais difícil que na última temporada. Unai terá de suar para manter a hegemonia nacional, e trabalhar ainda mais para dar o salto que ele e o clube precisam. O Paris não quer mais os títulos secundários, quer logo a glória máxima, mas pelo jeito, vai ter de que desacelerar um pouco o ritmo para que isso ocorra nos próximos anos. Pode ser uma boa estratégia. Ir com calma facilita muita coisa. Emery parece capacitado, só precisa de tempo e, na próxima temporada, grandes reforços devem chegar para o auxiliar ainda mais nesse longo caminho.

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